9 fev
Olááááá imensuráveis! Vocês devem ter notado e nos xingado muito no twitter a baixa frequência de posts nesses últimos dias, né? Mas eu tenho uma explicação! Como alguns de vocês deve saber, o Diogo tá na Campus Party filho da mãe nem me levou aproveitando esses dias do maior acontecimento de tecnologia e internet do mundo… DO MUN-DO… Tadinho, tá se alimentando só de bolachas, bisnaguinha, suco de caixinha, etc. Nerd sofre! Sei nem se ele tá tomando banho direito, mas todo dia tô fazendo uma chamada de vídeo com ele pra ver se não tiraram pedaço da criatura… Sei lá, nerds avassaladoras comedoras de blogueiros tímidos… acontece.
E eeeu… bem, eu moro em Maceió! E o que tem pra fazer em Maceió nas férias? Ir à praia e… hmm… acho que acabaram minhas opções. Aí foi isso que eu fiz! Mas claro que eu NÃO esqueci do meu blog lindo e fiz aquela coisa brega que casais apaixonados fazem quando vão à praia: escrever seus nomes na areia. Só que no meu caso, foi o nome do blog \o/ escrever o nome do namorado pra quê, né?
Fiquem aí com algumas fotos do nosso momento “férias” e não se preocupem que já estamos voltando à nossa programação normal com posts diários!

Diogo (cara de sono do caralho) na CPBR5

Jovem Nerd _\//

Alimentação do Diogo nesses dias de CPBR5

Imensurável moda praia

s2
8 fev
29 jan
29 jan
Mulher de Fases – Raimundos
Ana Júlia – Loser Manos
Eduardo e Mônica – Legião Urbana
Pais e Filhos – Legião Urbana
Lá vem o Negão
E agora pra tirar o refrão de “La vem o negão” da cabeça? 
23 jan

Pastel de fubá… what?
22 jan
Excepcionalmente nesse post, não estamos mandando bobeiras ou algo engraçado. Esse caso é sério, manolos. Leiam o texto e fiquem por dentro do caso da desocupação do Pinheirinho (SP):

O Pinheirinho é uma ocupação urbana e está construindo sua História desde 27 de fevereiro de 2004, quando os moradores chegaram e ocuparam a área localizada em São José dos Campos (SP). Com cerca de 1.500 famílias e aproximadamente 7.000 moradores, dentre muitos trabalhadores e trabalhadoras, gente humilde e honesta que não possuem outro lugar para morar, se veem desde fim do ano passado ameaçados de perder o pouco que tem, e ainda por cima correndo riscos perante os ataques que a PM de São Paulo possa cometer na desocupação.
É importante ter a clareza que esses fatos ocorrem porque a prefeitura de São Paulo, ainda não regularizou a comunidade, com interesses na área ocupada pelos moradores. No período da ocupação o terreno da falida empresa Selecta, do grupo Naji Nahas era desvalorizado e abandonado, hoje o local é um dos mais cobiçados pelo ramo imobiliário, localizada na zona sul, com o crescimento de 20% nas construções comparando com o ano de 2010, sendo responsável pelo lançamento de 51 dos 143 imóveis da cidade.
A criminalização da comunidade se dá com ações da PM e das ferramentas do Estado, como uma revista na comunidade à procura de drogas, armas e traficantes e também a alegação dos moradores terem queimado um ônibus em forma de protesto. É lógica, que esse tipo de ação só reflete a quem serve a PM e também a impressa que notifica esses casos, mas não mostra a realidade da comunidade e tudo que foi construído lá, transformando o que antes era um terreno abandonado em um local para moradia de milhares de pessoas desabrigadas, que coletivamente construíram uma comunidade, o Pinheirinho.
Na manhã desse domingo, 22 de janeiro de 2012, os moradores do Pinheirinho foram surpreendidos com uma ação gigantesca da PM de SP, com mais de dois mil policias, helicópteros, carros e um forte armamento, eles começaram a reintegração de posse da área, desrespeitado a ação judicial federal. Os moradores foram brutalmente atacados, muita gente foi ferida e dezenas de moradores foram presos. O governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) é o mandante de uma ação irresponsável e repressora, ferindo a população, matando pessoas e servindo ao “dono do terreno” Naji Nahas, que chegou a afirmar que “o terreno está valorizado e não é lugar para pobre morar”.
Essa ação mostra mais uma vez o caráter do governo do PSDB e da polícia, que é governar para os ricos e reprimir os pobres quando esses são empecilhos na obtenção e manutenção dos lucros dos grandes capitalistas. Torcemos e estamos solidarizados aos companheiros do Pinheirinho, para que a população resista e se mantenha de pé contra esses ataques irresponsáveis da burguesia e do Estado.
Texto de Jaison Xanchão, do Centro Acadêmico de História – UFAL.
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